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09/08/2010

Drama em quatro atos


ATO I

Coração falou:
- Oh… ele é tão adorável.
A razão logo interveio:
- Vamos pesquisar.



Nesse ponto, coração (C) e razão (R), que quase sempre não andam de mãos dadas, passaram a enumerar algumas características do Basset Hound. Uma de cada vez, alternadamente:
C: Olha essa carinha: orelhudo, lindo, pedindo para levá-lo para casa…
R: Ele não é muito grande para apartamento?
C: Ah… ele é baixo. Médio porte, eu diria. E… ele é doce, ótimo com crianças!


R: Sim, mas crianças só virão mais para frente. E quanto ao fato de não suportar estar só?
C: Nosso outro cão bastará a ele! E, além disso, não passamos o dia fora.
R: Mas ele não tende a uivar, o latido dele não é alto?
C: Nosso outro cão dará o bom exemplo: ele é silencioso! Em último caso, existe a coleira anti-latido à base de…


R: Ixi… ele está na 71ª posição do ranking de inteligência canina! Será que vai aprender a fazer xixi e cocô no lugar certo?
C: E daí que ele está nessa colocação? Nosso Shih Tzu está apenas uma posição na frente e aprendeu a fazer xixi e cocô no lugar certo em duas semanas!
R: Mas e o cheiro “ativo” de cachorro? Será que ele fede mesmo?
C: Ah… não deve cheirar tanto assim. E, aliás, Basset fedido é Basset estressado.
R: Hum… e essa pelagem curta, será que solta muito pêlo?
C: Os pêlos que caem são compensados pela não exigência de uma escovação diária. Veja o caso do nosso Shih Tzu, o trabalho que nos dá.
R: É… bem… deixe-me ver…
C: Ah… ele é leal, companheiro, engraçado.
R: Ok, você venceu.


ATO II

R: Será que fizemos a coisa certa? Você anotou bem o nome da tal coleira? Pode ser que precisemos importar dos Estados Unidos…
C: Que isso, você vai ver como seremos uma família, quer dizer, uma matilha feliz!
Sabedoria (S), então, que de vez em quando aparecia na história, aconselhou:
S: Estão com um filhote de Basset em apartamento? Comprem um livro de adestramento para ensinarem-no a fazer as necessidades no local correto.


Algum tempo e dinheiro depois…
R: Minha nossa, ele não aprende a fazer as necessidades no local correto! Vai ser burro assim lá naquele lugar onde Judas perdeu as botas!
C: É…bem… deixe-me ver…
Confusão (CONF) então, que é intrometida, logo sugeriu:
CONF: Se eu fosse vocês dava esse cachorro!
No trabalho, Razão se explicava:
R: É… neste momento não estou estudando muito porque estou com outros problemas, quer dizer, projetos na minha vida. É temporário, espero.


Confusão, então, intrometia-se de novo:
CONF: Se arrependimento matasse, hein?
Sabedoria veio em nosso socorro:
S: Se não quer ajudar, também não atrapalhe!
Ao chegar em casa, Razão desabafou com Coração:
R: Acho que essa foi a maior burrada que fizemos em nossa vida… O Basset, em nosso apartamento, virou nossa vida de pernas para o ar! Você percebeu? Ficamos tensos, estressados quando ele late e olha que late pouco. E o regimento interno do condomínio, que não aceita cães de grande porte? Ele está tomando demais o nosso tempo, mais tempo do que dispomos, está nos consumindo, essa é a palavra! E esse choro todas as manhãs? Mas o que mais me irrita é ele não aprender a fazer xixi e cocô no lugar certo. Já compramos dois livros, já espalhamos jornal suficiente, já compramos removedor de odores, já estabelecemos uma rotina de comida, ele tem o exemplo do Shih Tzu, nós o recompensamos, tentamos o ignorar quando faz errado, importamos até um clicker para auxiliar no adestramento… mas nada.


C: O que você quer dizer com tudo isso?
R: Estou pensando seriamente em devolvê-lo aos criadores.
Essa história é cheia de intrometidos. E não poderia faltar a Culpa (CUL):
CUL: Nossa, mas fazer isso com o bichinho, coitadinho… vocês é que são ruins, são maus, vocês é que estão cheio de problemas e colocam a culpa no pobre do cachorro. Ele não pediu para estar na casa de vocês!
Confusão (CONF) surgiu de repente:
CONF: Quem mandou? Agora aguenta que o filho é teu!
C: Vamos tentar de novo.
Razão concordou.


ATO III

R: Minha nossa, eu sabia algo de adestramento antes de ter o Basset Hound? Onde estávamos com a cabeça quando adquirimos esse cachorro? Estávamos tão apaixonados pela raça que ignorávamos seus “defeitos” como acontece quando nos apaixonamos por alguém…
Prudência (P) interveio:
P: É melhor vocês doarem o cachorro logo antes que se apeguem a ele. Quanto mais o tempo passar, mais difícil será.
Coração, que andava meio sumido da história, então, chorou copiosamente:
C: Eu não posso fazer isso com ele! E se ele não se adaptar à nova casa? Esse focinho dele é a coisa mais linda que já vi, ele é tão engraçado… Recuso-me a aceitar que posso ter interferido de forma negativa no destino dele!


R: Basset Hound: ame-o ou deixe-o.
C: Deixá-lo nas mãos de qualquer um? Mas nunca! Ou eu não me chamo “coração”!
R: Tudo bem: ame-o ou não adquira um! Com ele, não tem meio-termo. Mas já que o adquirimos, doemo-lo a quem de confiança! Farei uma cartilha com todas as informações.
C: Quanta frieza, respondeu coração aos prantos. Vamos tentar mais uma vez… ele é apenas um grande bebê…
R: 3 a 0 para você.


ATO IV

Razão e Coração sentiam-se cansados, tristes, pois os planos da família foram-se para os ares. Razão e Coração sentiam que o cachorro dava mais peso que alegria, mais desgosto do que gosto. Enquanto Razão matutava consigo mesma, Vaidade (V) deu o ar da (des)graça:
V: Agora eu quero ver! Vão doar o lindo cachorrinho que passaram horas, dias pesquisando para encontrar?
R: Vaidade, cale essa boca! Se eu continuar com esse cachorro, o que eu vou ver é mais xixi e cocô pela casa inteira! Isso sim! Me diz uma coisa: por um acaso é você que sai três vezes por dia com ele e, em casa, quando vira as costas ou acaba de acordar, tem mais xixi e cocô para limpar? É você que já gastou mundos e fundos para ensinar sem obter êxitos eficazes, é você que…
Consolo (CONS), então, entrou em cena:
CONS: Vem cá, vocês devem satisfação da vida de vocês a alguém? Alguém ousa saber o que se passa na casa de vocês? Receio que não.
Razão, então, disse a Coração:
R: É… acho que dessa vez não passa. Na realidade de nossas vidas, essa será a decisão mais sensata a se fazer. Baixemos nossas cabeças, humilhemo-nos: doemo-lo e deixemos a verdade vir à tona.
C: Porque a verdade liberta, não é?
R: É.
C: Até que ele complete um ano de vida, depositarei na conta do novo dono uma quantia referente ao valor da alimentação. Sinto que tenho um débito com o Basset e, dessa forma, sentirei-me melhor.
R: Justo. Façamos assim.

Na árdua luta travada entre razão e coração, quem venceu foi a humildade. Ela permitiu que Coração e Razão reconhecessem os próprios erros, tivessem a ousadia de visualizar alternativas e a coragem para, efetivamente, agir.


Esta história é baseada em fatos reais.  Sherlock foi doado a familiares que moram em uma casa (não apartamento), em Goiânia-GO. O vídeo sem edição, a seguir, é da casa onde o Sherlock está morando agora. Foi gravado, por minha sogra, pela câmera de um celular (perdoem-nos a qualidade da imagem).


Um guia foi preparado para auxiliar na criação do Sherlock pelos novos donos. Agradeço à minha mãe, que, em uma conversa despretensiosa – e aliás vinda de uma ligação equivocada para nossa casa -, foi uma das responsáveis por abrir caminho a uma doação consciente e, tão importante quanto, sem sentimentos de culpa. Agradeço também à Camilli, que nos serviu de agradáveis e preciosos consolos. Acreditamos (eu e meu marido) ser possível ter um Basset Hound em apartamento e sabemos que existem pessoas felizes nessa condição. As fotografias ao longo do texto retratam alguns dos felizes momentos desfrutados na companhia do Sherlock. Todavia não consideramos adequado ou ideal ter um cão dessa raça em apartamento. Desse modo, se nos perguntassem se aconselharíamos ter um Basset Hound em apartamento, NÓS diríamos um sonoro NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!

Leia também:
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Abortando uma missão
Cachorro não é para ser problema

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16/06/2010

Basset Hound: Bonachão


Estava passando o olho nas dezenas de fotos que tenho dos meus dois cães – um Shih Tzu e um Basset Hound – e vendo a cara do meu Basset (o Sherlock) veio à cabeça a palavra BONACHÃO. E pensei… como o Sherlock tem cara de bonachão! Sem saber ao certo o significado da palavra, fui ao Pai dos Burros:


Bonachão ou Bonacheirão:
1) Tem bondade natural;
2) É paciente;
3) É inocente;
4) É simples.
Adaptado do Dicionário Escolar de Língua Portuguesa , 1983

Estou usando um dicionário da década de 80, mais velho que eu! Que vergonha! Mas gostaria de ter um dicionário Aurélio (em homenagem ao meu Shih Tzu que se chama Aurélio), mas aceito um Houaiss também. Alguém se habilita?

 
Voltando. Basset Hound e Bonachão tem tudo a ver!

1. Bondade Natural
Ele é bondoso naturalmente sim, jamais será agressivo, pois prefere fugir a enfrentar uma ameaça. Aqui em casa, qualquer coisinha que o assuste ou uma voz mais séria o faz ir correndo para a sua toquinha (uma caixa de transporte).

2. Paciente
Paciente, ele é. Tanto o é que é uma raça indicada para crianças… os Bassets suportam mais as brincadeiras feitas por crianças.

3. Ingênuo
Quanto à ingenuidade… essa é só aparente. Ele faz cara de coitado e ingênuo, quer dizer, ele não faz cara nenhuma – ele tem essa cara, mas de inocente ele não tem nada! “Não se engane” é o conselho mais comum ouvido por donos de Bassets Hound.

4. Simples
A quarta e última adjetivação: simples. Bem, todos os cães têm simplicidade, independentemente de sexo e raça!

Desse modo, por 3 x 1, o Basset Hound pode sim ser chamado de bonachão.

 
Sherlock, aos três meses nas fotos.

Você sabia?

É improvável, mas a combinação das palavras "basset hound" e "apartamento" no Google recupera o blog AuAuAurelio! em seus dez primeiros resultados! Faça o teste. E isso é porque o blog escreveu praticamente apenas três artigos sobre a raça. Este aqui (Basset Hound, bonachão), de Sofás e cães (conta sobre a proteção que coloquei no sofá depois que o Basset chegou ao meu lar) e o Drama em Quatro Atos (que apresenta um diálogo contando a história de como foi adquiri-lo até o momento de resolver doá-lo). 

Para mim, essa é a prova cabal de como a internet ainda é escassa em informações sobre a viabilidade de se ter um cão da raça Basset Hound em apartamento. Infelizmente, os sites que encontramos concentram-se apenas nos prós de se ter um cachorro (e aí, meu amigo, qualquer raça tá valendo), mascarando os contras e as desvantagens de se ter um cão. Sem essas informações, os futuros donos são mais facilmente fisgados por aqueles olhinhos de "me leva para casa", o que aumenta as chances de a relação cachorro-homem não ser tão maravilhosa como se esperava.

Enfim, para ajudá-lo nessa tarefa, eis, objetivamente, algumas razões porque EU não acho adequado ter um Basset Hound em apartamento:

> ele é um cachorro de porte grande;
> ele é um cachorro que detesta a solidão (por isso, nem pense em ficar algumas horas fora do seu apê. E, não, ter um outro cachorro nem sempre resolve o problema)
> o latido dele não é alto, é MUITO ALTO (se os seus vizinhos não se incomodarem...)
> ele fede, mesmo que tome banho! É da natureza dele mesmo, a pelagem é demasiada oleosa e acaba que o apartamento fica com aquele cheiro de cachorro! (mas você pode lavar a casa duas vezes ao dia para reduzir o problema)
> ele solta muito pelo (basta passar uma vassoura duas vezes ao dia para disfarçar)

Finalmente, vou colocar aqui parte de um comentário que escrevi, por o considerar bastante elucidativo:


Primeira coisa: Bassets Hounds são cães teimosos. Logo, não obedecem! Isso faz parte do temperamento deles. Há várias referências na internet sobre essa característica, inclusive falando que cachorros dessa raça até entendem o que os donos pedem, mas fingem não compreender! Eu desafio um profissional a adestrar esse cão! 
Segunda coisa: tranquilidade. Creio estar havendo um equívoco quanto ao significado de tranquilo, uma qualidade realmente atribuída aos cães da raça Basset Hound. Cachorros dessa raça são tranquilos por não serem agressivos, por serem dóceis. Isso não significa, todavia, que são cães pouco ativos ou de baixa energia! No tempo em que meu Basset Hound esteve aqui (o Sherlock), ele simplesmente tinha mais energia e disposição que meu Shih Tzu!  
Bassets Hounds são dorminhocos? Sim, mas, ao que parece, depois de muito brincar e brincar e, por fim, cansar. Claro que pode haver, dentro de uma mesma raça, cães mais e menos ativos. Mas o Basset Hound, apesar de ter um olhar tristonho, é muito brincalhão e tem muita energia para gastar antes de tirar uma gostosa soneca.  
A pessoa que cuida hoje do Sherlock (sim, ele está vivo apesar de conviver com um Pit Bull), diz que ele já fez vários buracos em todo o quintal, que ele brinca o tempo todo, estraga muita coisa também… Ou seja, nós também tínhamos a esperança de que, passada a primeira fase e a troca de dentes (que faz com que mordam tudo por coçar a gengiva), nosso Basset ficaria mais calmo. Ao contrário!  
Por outro lado, eu e meu marido somos testemunhas de que o Basset Hound é incapaz de fazer algum mal a alguém, mesmo criança ou outro cão. Ele é o cachorro mais dócil que conhecemos, no sentido de ser um cão da paz, longe dele ser agressivo. Ele realmente prefere fugir a enfrentar a ameaça. Resta mostrar-lhe o limite das mordidas. Afinal, morder é a forma com que o cão tem de se expresser. E o dono, ao dizer Ai!, por exemplo, mostra ao cão o limite. 

Desse modo, se alguém me perguntasse se eu recomendo ter um Basset Hound em apartamento, eu diria um sonoro: NÃOOOOOOOOOOOOOO!!!


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13/06/2010

De sofás e cães

O Shih Tzu é um típico cãozinho de apartamento: porte pequeno, silencioso, suporta um pouquinho (mas só um pouquinho) mais a solidão, solta pouquíssimos pêlos, não demanda muito exercício… Mas o Basset Hound deixou meu apartamento com aquele cheiro característico de cachorro em alguns momentos e os pêlos dele espalham-se pela casa toda, mesmo nos cômodos onde o Basset não tem acesso (banheiro, cozinha e quarto de casal).

 

Querendo proteger meu sofá novo (e caro), pensei nas capas de sofá. O assunto “capas de sofá”  fazia-me recordar as antigas capas usadas no sofá da minha ex-casa (a casa dos meus pais): H-O-R-R-O-R-O-S-A-S. Porém o incômodo de pensar em assistir lenta e dolorosamente a destruição do meu sofá e o acúmulo de pêlos, levou-me a pesquisar sobre o assunto. Então, descobri capas de sofá, para sermos paralelos, M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A-S. Dêem uma olhada:

 

 

 

 

 

 

 

Até eu descolar uma grana (como se eu usasse gírias!) e descobrir um local em Brasília que faz capas de estofado sob medida e bem feitas (alguém me indica alguma?), lancei mão do bom e velho lençol. Esse sim é R-I-D-Í-C-U-L-O! Mas, em nome da integridade do sofá, o lençol – da casa dos meus pais, por sinal – fica!

 

 

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09/06/2010

Três meses, mas pesa dez quilos!

O meu Basset Hound, o Sherlock, é um bebê ainda, tem apenas três meses de vida. Mas já pesa dez quilos! Esse foi o resultado marcado pela balança do veterinário neste sábado, quando o Sherlock tomou a sua terceira dose de vacina. Em três semanas, o Sherlock saltou de 7 para 10 kg – enquanto o meu Shih Tzu, de onze meses, estacionou nos 5,5kg! 

 

Um Basset Hound né brinquedo não…

 

A razão não é propriamente seu porte (considerado médio pelo tamanho, mas grande pelo peso), mas a sua densidade óssea (ossatura). Os ossos do Basset são bastante densos, o que os deixa pesados! Encontrei essa informação neste vídeo, produzido pela TV Horizonte.

 

As informações, na internet, sobre o peso do Basset Hound adulto são desencontradas. Das fontes de informação sobre raças de cães listadas em outro post, vejamos o que encontrei:

 

18 a 23 kg: Lord Cão

25 a 30 kg: Enciclopédia Royal Canin

38 a 40 kg: Este bicho é o bicho

32 kg, em média: Breed Information Centre

 

Para o Sherlock, voto no peso descrito pela Enciclopédia Royal Canin. Só o tempo dirá, enfim.

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06/06/2010

Bem-vindo Sherlock!

A carinha não deixa mentir: nosso mais novo membro da família é um Basset Hound. Assim como o nome Aurélio do nosso Shih Tzu, foi o Rodrigo quem deu o nome Sherlock para o Basset Hound. Deixemos o Sherlock apresentar-se:

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02/06/2010

Aurélio ganha irmão

O Aurélio ganhou um irmão, mas será que ele gostou?

 

 

O que esse ser estranho está fazendo aqui no meu pedaço?

 

 

Por que fizeram isso comigo? Eu não era suficiente?

Você sempre foi suficiente. Nós que não éramos suficientes para você!



Ahhhhh… é verdade. Lembrei-me das minhas tardes solitárias.

 

 

Sendo assim! Depois que ele acordar, a gente volta aqui e mostra a foto para vocês!


Leia também
Apresentando dois cães

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18/05/2010

Licença-Maternidade


Estou de licença-maternidade!!! Planejei o merecido descanso para coincidir com minhas férias do trabalho, daqui há um mês. Mas essa coisinha fofa aí em cima antecipou as coisas por aqui. Esse é o Sherlock, um Basset Hound, irmão do Aurélio. Não é nada fácil ter um desses em apartamento. Ração, água, cocô, xixi, atenção em dobro. Com a vinda dele, precisamos nos reorganizar para dar conta de cuidar de todos: dele, do Aurélio, da família, do trabalho e da vida, enfim! Mas não poderia entrar de férias no blog sem deixar de dizer uma coisa: tenha um Basset Hound em apartamento apenas se você estiver muito convicto disso! Enquanto eu vou, fique à vontade no blog: navegue, comente, assine, siga. Cada artigo foi feito com muito carinho! Até a volta!

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