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15/06/2010

Recolher o cocô = Conquistar vizinhança


O meu, ninguém pisa!

Tem gente que não gosta de cachorro e não é obrigada a gostar. Deixar seu cachorro sujar as vias públicas com cocô e não recolher é dar vez para que vizinhos, condôminos e cidadãos coloquem a boca no trombone e reforcem a antipatia pelos bichanos. Quer ver?

 

Estou cansado dos cachorros de Copacabana. Cansei de andar pelas ruas olhando para o chão. A Cinco de Julho, por exemplo, é um perigo. Quem passeia por ela tem de estar super atento o tempo inteiro. Bobeou, pisou na merda! Mas é na praia que o bicho pega - literalmente.

Andre Balocco: ele gosta de cães, só não gosta de pisar na m…, em Animais, tirem seus cachorros da praia

 

Este jornalista, há alguns anos, pela primeira vez, se desentendeu com um morador próximo que insistia em passear com seu cachorro logo cedo e o mesmo cismou em fazer suas necessidades em frente da residência. Somente quando este jornalista ameaçou deixar as fezes na frente da residência do dono do cachorro, ele mudou de trajeto. Mas, com certeza pela educação do rapaz, seu cachorro deve ter encontrado outra residência para fazer suas necessidades. Isso é parte da cultura do furar a fila em todas as oportunidades, de não respeitar a sinalização do trânsito, do parar na frente de garagem, do fazer barulho e incomodar os vizinhos.. É apenas mais um exemplo do pleno exercício da falta de educação e civilidade.

Extraído de Fezes de cachorro, saúde e educação

O ato de recolher as fezes denota:

- Preocupação com a saúde pública;

- Responsabilidade;

- Saber viver em sociedade;

- Respeito ao próximo.

 

Um vídeo da Globo, descoberto no Canina Blog,  retrata uma “blitz da cidadania” que percorre cinco capitais brasileiras, entre Rio de Janeiro, Recife, São Paulo, Cuiabá e Florianópolis, fazendo o teste do proprietário que, ao passear com o cachorro, recolhe o cocô nas vias públicas. O resultado já era esperado: muitos foram os proprietários pegos em flagrante por não recolher o cocô. Das cinco cidades visitadas, a população de Florianópolis foi a que mais recolheu as fezes do animal. Um programa mais humorado sobre o assunto, do CQC, também pode ser visto aqui.

 

Não corra o risco de ser chamado de "Animal” (no mau sentido). Brasília-DF.

 

Mostre que você é um dono consciente e responsável, recolhendo as fezes do seu cão. Não dê vez às críticas e ganhe a simpatia da vizinhança!

 

Leia também

Fezes, cocô, caca, número 2: não importa o nome, importa que você recolha!


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14/06/2010

Fezes, cocô, caca, número 2

Não importa o nome, importa que você recolha, capisce*? Seis motivos que não podem ser mais desculpa para você deixar de recolher as fezes do seu animal. Confira! *Capisce: Termo italiano usado na gíria americana para dizer "entendeu" ou "compreendeu".

 

1. É nojento

É nojento sim, mas tenha força e coragem! Depois da primeira recolhida, a segunda e a terceira vão ficar mais fáceis. Eu garanto! Mesmo não tendo filhos (ainda), imagino que seja um bom exercício para que, na hora de limpar a bundinha do seu bebê, as coisas fiquem mais fáceis.

 

2. Tenho vergonha

Não tenha vergonha de fazer a coisa certa e use isso como uma oportunidade para vencer a vergonha e a timidez. Dê um passo de ousadia pelo simples ato de recolher o cocô. Tente! Em todo caso, se a vergonha for muita, acorde bem cedo ou passeie em horários que você sabe que existem menos pessoas na rua. Mas junte o “trocinho fedorento”!

 

3. Sinto preguiça

Já existem invenções legais para motivar você a sair do sofá. Mexa-se e inspire-se nessas invenções!

 

4. O cocô do meu cão aduba a terra

Se aduba ou não a terra, não sei. Sei que existe uma iniciativa, em Nova York, para transformar o cocô em adubo. Mas vamos combinar: ninguém tem que pisar no cocô do seu ou do meu cachorro!

 

A próxima vítima pode ser você!

 

5. O saco plástico não é ecologicamente correto

Tem razão. O saco plástico é uma opção quase sempre à mão, mas não é ecologicamente correto pois o plástico demora muito tempo para ser degradado pela natureza, cerca de mil anos. Existem outras opções, como o saco de papel para coleta de resíduos sólidos de cães Kata Kaka e Via Limpa (neste, cada kit contém um saco de papel + pá e cada pá suporta cerca de 500g de cocô):

 

 

6. O cocô do meu cachorro não pode transmitir doenças, pois ele é vermifugado

Vendo o cocô, eu não saberia dizer se o cão é ou não vermifugado. Um estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) apontou que 56% das fezes coletadas na cidade de Natal, entre junho e agosto de 2008, estavam contaminadas com parasitas que podem transmitir doenças ao homem. A professora e coordenadora da Pesquisa, Viviane Medeiros, do curso de Zootecnia, conta que, ao contrário do que imaginamos, até mesmo cãezinhos que moram em apartamentos podem ser transmissores de doenças:

 

Muitos donos acreditam que seus cachorros são limpos, mas todo animal, mesmo aqueles que moram em apartamento e só comem ração, pode ser portador de parasitas. Eles podem se contaminar até através da areia que o dono leva no sapato quando entra em casa. As crianças são as mais atingidas com os cocôs não recolhidos, pois elas brincam na rua e colocam a mão na boca, nos olhos.

Viviane Medeiros, professora zootecnista, em Estudo mostra importância de recolher fezes de animais domésticos, Agência Fotec

 

Fique atento: o cocô contaminado pode contaminar outros cães e causar o bicho geográfico no homem.

 

Leia também:

>> Especial coletor de fezes

>> Cuido realmente bem do Aurélio?

>> Cagada é não recolher


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18/05/2010

Antes de ter um cão

Pensando em ter um cachorro? Essas dicas são feitas especialmente para você.

 

No momento da escolha do cão, a energia do futuro cão e do dono devem ser compatíveis. O especialista em comportamento canino Cesar Millan, em seu livro O Encantador de Cães: compreenda o melhor amigo do homem, orienta: “Em primeiro lugar, seja honesto a respeito do seu próprio nível de energia. Depois, analise o nível de energia do cão que pretende comprar. E pense bem.”

 

Leia e pesquise bastante sobre o assunto e veja se as características do cão como tamanho e temperamento adequam-se ao seu estilo de vida. Saber se um cão é muito ativo, se necessita de muitos ou poucos exercícios e cuidados são itens mais importantes do que a aparência do cãozinho. Veja mais sobre isso aqui. E lembre-se: não existem raças perfeitas.

 

Se for comprar, não compre em Pet Shops nem em feiras de exposição. Só comprei o Aurélio em Pet Shop porque eu não era bem esclarecida à época sobre o assunto. Compre de um criador sério. É sério.

 

 

Use o critério da eliminação: saber porque NÃO ter um cão de determinada raça é um critério muito válido para fazer a escolha da raça ideal. A criadora de buldogues franceses Camilli Chamone fez um trabalho magistral sob essa perspectiva e seria maravilhoso se todos os criadores de cães fizessem o mesmo. Isso porque os criadores são excelentes fontes de informação, mas muitos são só elogios à raça de cães que criam (será por quê?).

 

Saiba que existe a opção de adoção, mesmo para cães de raça:


Eu não era nada até meu cão me adotar!

 

Abra seu coração… abra sua casa.

 

Desejo uma excelente e acertada escolha para você!

 

Nota: quem acompanha o blog, percebeu que o post de hoje é a introdução do Fontes de informação sobre raças com algumas alterações. E é mesmo. Por uma questão de didática e também para fazer jus à importância do tema, achei por bem retirar a introdução daquele post e fazer este novo artigo. Prerrogativas de blogueira.

 


Veja a série "Escolha do Cachorro" completa:

Como comprar o filhote ideal
Ter ou não ter um cão?
Fontes de informação sobre raças de cães
A realidade que nos cerca, do blog Ville Chamonix


Leia também:

Um frenchie é bom para mim?

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14/05/2010

Fontes de informação sobre raças de cães


Na procura por um irmão para o meu Shih Tzu, o Aurélio, embrenhei-me pelo oceano da internet em busca de informações e esclarecimentos sobre as raças. Encontrei algumas fontes de informações interessantes sobre raças de cachorro e divido com vocês.


1. Perfis das Raças

Perfis bem completos sobre várias raças, da Lord Cão. Em português. O diferencial desse material é que ele não é repetição da repetição, mas fruto da experiência e pesquisa de treinadores de cães.

 

2. Enciclopédia Royal Canin sobre raças

Uma enciclopédia virtual sobre vários assuntos caninos, entre os quais raças de cães. Apresenta características gerais e do padrão da raça de maneira objetiva e em ordem alfabética. Para conhecer as raças, procure na parte superior pela letra adequada. Está em português de Portugal.

 

3. Este bicho é o bicho

Série em português sobre raças de cães da TV Horizonte, de Minas Gerais, apresentada pela jornalista Luciana Katahira. O melhor é que são vídeos em nossa língua nativa! Isso faz toda a diferença!

 

4. Dogs 101
Vídeos, em inglês, produzidos pelo Animal Planet. Antes do vídeo, passa uma propaganda de 20 segundos. Mesmo sendo inglês, há muitas imagens interessantes e os vídeos são bem dinâmicos. Navegue pelas guias do site.

 

5. Dog Breed Information
Características, principais doenças e vídeos detalhados com o padrão oficial da raça adotado pelo American Kennel Club (AKC) em 4 capítulos (introdução, cabeça, corpo e pelagem) . Da empresa Dog.com.

 

6. Breed Information Centre

Informações sobre as características de 210 raças reconhecidas pelo The Kennel Club, com imagens e visual amigável. Em inglês.

 

7. Find a Breed

Questionário para encontrar cachorro ideal, em inglês, também do The Kennel Club do Reino Unido. É mais um recurso do Breed Information Centre. Aprenda a usar.

 

Para informações específicas sobre temperamento do Shih Tzu, leia aqui. Essas informações ajudaram você? Comente aqui!

 

Nota: Esse post foi adiantado por conta do comentário da leitora Roberta aqui. Roberta, pesquisei muito para escolher um irmão para o Aurélio e coloquei as pegadas da trilha que segui! Obrigada pela participação e confiança.

 

Veja a série "Escolha do Cachorro" completa:

Como comprar o filhote ideal

Ter ou não ter um cão?

Antes de ter um cão

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13/05/2010

Ter ou não ter um cão?


Dicas para ajudar você a saber se deve ou não ter um amigo de quatro patas.

 

1. “Bem durável”
Que os cães são ótimos antídotos no combate à solidão não é novidade. Mas se você NÃO imagina ter um cão pelos próximos dez ou até quinze anos (é quanto um cão vive em média), pense em combater a solidão (se for esse o problema) de outra forma. Talvez um gato, que é um bicho mais silencioso, independente e asseado, possa ser uma escolha mais acertada. Mas de repente, você precisa mesmo é de um bicho de pelúcia.

2. Passivo
Quem já leu Pai rico, Pai Pobre, do Robert Kiyosaki e Sharon Lechter, aprende que as pessoas ricas adquirem ativos e os pobres e a classe média adquirem obrigações pensando que são ativos (que são, na verdade, passivos). Mas o que são ativos e passivos? Pai rico ensina: um ativo é algo que põe dinheiro no meu bolso e um passivo é algo que tira dinheiro do meu bolso. Trocando em miúdos, um cão é um passivo que vai tirar dinheiro do seu bolso com vacinas, vermífugos, alimentação, enxoval (cama, bebedouro, comedouro, coleira) e outros bichos mais. É uma forma diferente de falar que um cão exige gastos.

3. Tempo
Está com dificuldade de ter tempo para as atividades rotineiras? Então por que um cão que apenas exigirá mais tempo ainda de você? Sim, tempo para dar água, alimento, atenção, levar no veterinário, passear diariamente, limpar cocô e xixi, educar… Ou você quer um cão solitário e infeliz? Cães definitivamente não combinam com solidão.

4. Viagens
Já pensou em quem ficará com o cachorro quando for conhecer as belas praias do Nordeste, o cerrado no Planalto Central ou as cachoeiras de Foz do Iguaçu? Você sabia que, na época das férias, cresce o número de cães abandonados? Para amenizar o quadro, ainda bem que existem opções de hospedagem ou hotel para cães (procure estabelecimentos de qualidade).

5. Família
Todos os membros da família estão de acordo com a chegada do membro canino? Nem sempre você estará em casa e quem estiver em casa vai se recusar a limpar o cocô e o xixi na sua ausência. Quando você chegar em casa vai ser aquele “peteco”.

6. Marca canina
Seu cão ficará dentro de casa ou do apartamento? O cheiro, o chão e os móveis da sua casa poderão nunca mais ser os mesmos. Está preparado?

Assim como um filho, ter um cão envolve renúncia: doar seu próprio tempo, gastar seu dinheiro, ficar mais "preso" para saídas e viagens. Para ajudar a acabar com o dilema “ter ou não ter um cachorro”, complemente a leitura com essas importantes dicas:

- O Blog de uma criadora que ama seus frenchies: Planejando a vinda de um cão?
- O Blog de uma criadora que ama seus frenchies: Como comprar o filhote ideal
- Dog Times: Você está pronto para ter um cachorro?
- How Stuff Works: Como escolher um cachorro
- Arca Brasil: Antes de ter um animal, pense…
- Quero um Bicho: Você resolveu adotar um bichinho? Parabéns.

Veja a série "Escolha do Cachorro" completa:
Antes de ter um cão
Fontes de informação sobre raças de cães

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11/05/2010

Responsabilidade de passear com o cachorro


Quando estou cansada de ficar “enfurnada dentro de casa” (são essas as palavras que uso quando isso acontece, o Rodrigo sabe), eu saio, vou ao Shopping Center ou sento à mesa de um bom restaurante. E o Aurélio, quando está cansado? Às vezes ele vem me lamber e me olhar para quem sabe eu me tocar que é para eu levar o bichinho para passear.

 

Mesmo quando passo o dia inteiro em casa, posso ler livros, entrar na internet, assistir televisão… Tenho outras atividades para ocupar o meu tempo em casa: lavar louça, lavar roupa, arrumar a cama, falar com um amigo ao telefone… E o meu cachorro?

 

Bem, em casa, como diversão, ele tem quatro opções: brinquedo 1 (bolinha), brinquedo 2 (botinha), brinquedo 3 (cordinha) e seu mais recente brinquedo (uma rodinha). Depois de saracotear para cima e para abaixo com os brinquedinhos, acabou-se a graça e o Aurélio não tem mais nada para fazer a não ser deitar e aguardar por alguma luz no fim do túnel, leia-se, pegar a coleira e sair com ele.

 

Mas, às vezes, quero assistir a um filme na TV que acabou de começar. E falo para o Aurélio: “Fica para amanhã, tá bom?”. Ele não vai entender isso – eu sei. Uso apenas para desencargo da minha consciência.

 

Aí eu me pergunto: Quem passou o dia inteiro em casa apreciando a bela paisagem das paredes? Eu ou o cachorro? Sim, porque moro em apartamento, ou melhor, apertamento.

 

O que eu preciso entender é que devo passear com meu cachorro não por mim, mas por ele!  Significa que, mesmo se eu não tiver com vontade ou tiver muitas coisas para fazer, eu devo reservar um tempo do meu dia, em torno de uma hora, para andar com o meu cão.



Fora da seca, as quadras residenciais de Brasília apresentam um visual convidativo para passeios com os cães. Não estrague a beleza e recolha as fezes do seu animal. Se não passeou, cagada é não passear. Se passeou, cagada é não recolher.


A primeira dica é começar a encarar a atividade como algo tão importante quanto estudar, trabalhar e escovar os dentes. Algumas vezes pode até ser chato, mas eu sei que devo fazer e, por isso, faço – com vontade ou sem vontade. Como se diz, é na alegria e na tristeza, na disposição e na preguiça até que a morte nos separe.

 

Não que andar com o cão seja algo chato, pode ser algo extremamente agradável e relaxante. Basta encarar a atividade dessa forma e, claro, usar técnicas adequadas, se necessário, para evitar o desconfortante puxa-puxa de guia pelo cão. Depois vira rotina e fica moleza!

 

Passear com o cachorro é uma tarefa que deve ser encarada com responsabilidade, pois é uma atividade extremamente importante para a saúde mental do animal. Permite que o cão conheça novos cheiros, lugares, pessoas e outros cães. Permite que o cachorro fortaleça os laços com o dono. Por isso, ter um quintal para o cachorro correr e brincar à vontade não exclui a responsabilidade de levá-lo para passear, diariamente.

 

Estou pensando - e convido você também a pensar - em praticar um programa diário de caminhadas com seu cão, no sentido de estabelecer uma rotina de horários e atividades com seu cachorro. Antes de passear, certifique-se de que a vacinação e a vermifugação estão em dia, aprenda sobre a maneira adequada de socializar o animal, caminhe em intensidade e tempo compatíveis ao animal, use coleira e guia e, não esqueça, recolha o cocô do seu mascote.

 

Nota sobre o Aurélio não estar usando a guia na foto acima: em algumas situações, quando é seguro para o cão e para os transeuntes, deixo o Aurélio à vontade para correr, cheirar e descobrir novas coisas.


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05/04/2010

Obrigada, Aurélio.


Depois do arrependimento, a gratidão por ter um presente de Deus na forma de cachorro em minha vida. Poesia.

 

Aurélio, obrigada

Por se alegrar quando me vê

Por me acompanhar aonde quer que eu vá

Por aliviar meu estresse

Por aumentar minha auto-estima

Por não me deixar só

Por me fazer rir

 

Por ser um excelente anfitrião

Por ser silencioso

Por ser obediente

Por confiar

Por respeitar

Por se deixar carregar

Por estar sempre disposto a brincar

Por quase nunca chorar

 

Por sempre parecer nos perdoar

Por não guardar mágoas nem rancor

Por ser inocente

Pelo seu olhar inocente

Por não fingir

Por ser você mesmo:

um cachorro.

 

Leia também:
Me desculpa, Aurélio.

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04/04/2010

Me desculpa, Aurélio.


Um pedido de perdão ao Aurélio, que ele nunca vai entender. Mas se, de fato, encontro-me arrependida, devo mudar meu proceder. Poesia.

 

Me desculpa, Aurélio,

Por não entender

Que você me lamber significa vontade de ir ao banheiro

Por intervir

nas suas brincadeiras com outros cães, por egoísmo ou ignorância

Por ficar

menos com você do que no computador

Por não brincar

Todo dia

Por não perceber

Quando acabou a ração ou a água já ficou velha

Por pegar

você em meu colo e niná-lo como bebê como se você disso precisasse

Por não ser

tão pontual para passear quanto você

Por não retribuir

na mesma medida a sua leal companhia

Por brigar

mais do que eu deveria

Por deixar

você tanto tempo sozinho

Por não te levar

para conhecer a verdadeira natureza

Por não deixar

você ser aquilo que nasceu para ser:

um cachorro.


Leia também:
Obrigada, Aurélio.

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01/04/2010

Cagada é não recolher



Com esse mote, o "Cão em Quadrinhos" lança sua mais recente campanha: “Eu recolho”, voltada a motivar donos a recolher, de uma vez por todas, o cocô do cachorro. Conheça, participe e divulgue essa idéia.

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06/03/2010

Especial Coletor de Fezes


Neste especial sobre coletor de fezes, conheça seis invenções legais para catar o cocô do seu cachorro. Inspire-se neste post!

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19/02/2010

Em nome do amor aos cães


Na corrida pela qualidade de vida do nosso animal de estimação e em nome do amor por eles, muitas vezes consumimos cada vez mais produtos e serviços exclusivos para animais sem refletir sobre sua real necessidade. Veja como se prevenir de um consumismo exagerado e nem sempre benéfico aos nossos amigos de quatro patas.

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05/02/2010

Placa de identificação: seu cão já usa?


De acrílico ou de metal, a identificação é como o documento de um cachorro e evita transtornos. Veja o pingente que escolhi para o Aurélio e confira porque usar uma ID tem a ver com a posse responsável do seu cão.

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21/01/2010

Cuido realmente bem do Aurélio?


Será que realmente cuido bem do Aurélio ou tenho pontos a melhorar? Confira!

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